REDES SOCIAIS:

TwitterFacebookgoogle pluslinkedinrss feedE-mail

quinta-feira, novembro 8

Diocese Paulista vai processar autor de foto de modelo seminu dentro de paróquia.





A Igreja Católica vai anunciar nesta quinta-feira as medidas contra o fotografo Márcio Costa, autor de fotos postadas no Facebook mostrando um modelo seminu, com asas de anjo, dentro da Paróquia São Domingos, uma das principais da cidade de Catanduva, a 385 km da capital paulista.Costa fez as fotos sem autorização da igreja.
O modelo aparece apenas de sunga branca, no corredor central, tendo as laterais e o altar como cenário para a foto. Além da paróquia, o fotógrafo usou o cemitério da cidade como cenário para fazer fotos do mesmo modelo. No cemitério, o rapaz está totalmente nu, com as asas, e flores tapando o sexo. Em entrevistas à imprensa, Costa tem dito que as fotos são artísticas, que não tinha intenção de ofender a igreja e que, se precisar, vai pedir desculpas.
A divulgação das fotos causou revolta em fieis católicos, que pedem punição para seu autor. O bispo dom Otacílio Luciano da Silva vai anunciar as medidas em coletiva na tarde desta quinta-feira, disse o advogado da Diocese de Catanduva, Flávio Thomé. Segundo ele, entre as medidas está o ajuizamento de ações civil e penal. “A primeira, para reparação de danos morais para impedir que outras pessoas façam a mesma coisa”, disse. “A outra, penal, pensamos que as autoridades devem agir de ofício pelo ultraje público ao pudor por fotos que mostram o modelo em posições obscenas”, completou Thomé.
“Essas fotos causaram um problema sério, nossos fieis ligaram, estão mesmo indignados com essas fotos e pedem que façamos algo para impedir isso. Até falamos em proibir a divulgação dessas fotos, mas depois vimos que essa decisão era muito radical”, afirmou Thomé. Segundo ele, apesar de ser aberta ao público, a paróquia pertence à Igreja Católica e por isso o fotógrafo precisava de uma autorização para fazer as fotos. “Achamos até que fossem montagens, mas depois vimos que as fotos foram feitas sem autorização alguma”, disse.
As fotos, que já foram retiradas do Facebook, seriam, segundo Costa, parte do material de uma exposição que ele está montando, intitulada “Anjos Caídos”. Segundo ele, as imagens são baseadas no trabalho de um fotógrafo francês David Lachapelle, que usa temas religiosos para compor seu trabalho. Costa disse que as fotos são artísticas e que jamais tentou ofender a igreja e que, se soubesse da repercussão, jamais faria as fotos. O fotógrafo também disse que pretende pedir desculpas à igreja pelos transtornO.
FONTE: TERRA

O homem traz consigo um misterioso desejo de Deus! Fala-nos o Papa.




Publicamos a seguir o texto da catequese de Bento XVI durante a Audiência Geral desta quarta-feira, na praça de São Pedro.

O Ano da fé. O desejo de Deus.

Queridos irmãos e irmãs,
O caminho de reflexão que estamos fazendo juntos neste Ano da Fé nos leva a meditar hoje sobre um aspecto fascinante da experiência humana e cristã: o homem traz consigo um misterioso desejo de Deus. De modo muito significativo, o Catecismo da Igreja Católica inicia com a seguinte consideração: “O desejo de Deus está inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus; e Deus não cessa de atrair para si o homem e somente em Deus o homem encontrará a verdade e a felicidade que busca sem parar” (n27).
Afirmação esta que ainda hoje, em muitos contextos culturais parece totalmente aceitável, quase óbvia, poderia parecer talvez um desafio no âmbito da cultura ocidental secularizada. Muitos dos nossos contemporâneos poderiam de fato afirmar que não sentem por nada um desejo de Deus. Para muitos setores da sociedade Ele não é mais o esperado, o desejado, mais sim uma realidade indiferente, diante da qual não se deve nem mesmo fazer o esforço de pronunciar-se.
Na verdade, aquilo que definimos como “desejo de Deus” não está totalmente desaparecido e se aproxima ainda hoje, de vários modos, ao coração do homem. O desejo humano tende sempre a determinados bens concretos, frequentemente outros que não o espiritual, e ainda se encontra diante da interrogação sobre o que realmente é “o” bem, e então a se confrontar com qualquer coisa fora de si, que o homem não pode construir, mas é chamado a reconhecer. O que pode realmente satisfazer o desejo do homem?
Na minha primeira Encíclica, Deus caritas est, procurei analisar como tal dinamismo se realiza na experiência do amor humano, experiência que na nossa época é mais facilmente percebida como momento de êxtase, de saída de si, como lugar onde o homem é atravessado por um desejo que o supera. Através do amor, o homem e a mulher experimentam de um modo novo, um graças ao outro, a grandeza e a beleza da vida e do real. Se isso que experimentam não é simplesmente uma ilusão, se de fato quero o bem do outro como via também do meu bem, então devo estar disposto a descentralizar-me, a colocar-me ao seu serviço, a ponto de renunciar a mim mesmo. A resposta à questão sobre o sentido da experiência do amor passa, portanto através da purificação e da cura da vontade, o que é necessário para o próprio bem que se quer para o outro. Precisamos praticar, treinar, e até mesmo corrigir, para que aquele bem possa realmente ser desejado.
O êxtase inicial se traduz assim em peregrinação, “êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para sua libertação na doação de si, e assim para o reencontro de si, e de fato para a descoberta de Deus” (Enc.Deus caritas est,6). Através deste caminho progressivamente poderá aprofundar-se para o homem a consciência daquele amor que havia inicialmente experimentado. E irá sempre mais tecendo o mistério que isso representa: nem mesmo a pessoa amada, de fato, é capaz de satisfazer o desejo que habita no coração humano, de fato, quanto mais autêntico é o amor pelo outro, mais issodeixa em aberto a interrogação sobre sua origem e seu destino, sobre a possibilidade que há de durar para sempre. Assim, a experiência humana do amor tem em si um dinamismo que leva além de si mesma, é experiência de um bem que leva a sair de si e encontrar-se diante de um mistério que envolve toda a existência.
Considerações análogas poderiam ser feitas também a propósito de outras experiências humanas, como a amizade, a experiência do belo, o amor pelo conhecimento: cada bem experimentado pelo homem conduz em direção ao mistério que envolve o próprio homem; cada desejo que se aproxima do coração humano se faz eco de um desejo fundamental que jamais será plenamente satisfeito. Sem dúvida, de tal desejo profundo, que esconde também alguma coisa de enigmático, não é possível chegar diretamente à fé. O homem, afinal, conhece bem o que não o satisfaz, mas não pode imaginar ou definir o que o faria experimentar aquela felicidade que traz no coração a nostalgia. Não é possível conhecer a Deus apenas a partir do desejo do homem.
Deste ponto de vista surge o mistério: o homem é um buscador do Absoluto, um buscador a passos pequenos e incertos. E, todavia, a experiência do desejo, do “coração inquieto” como o chamava Santo Agostinho, já é significativa. Isso atesta que o homem é, no fundo, um ser religioso (cfr Catecismo da Igreja Católica, 28), um “mendigo de Deus”. Podemos dizer com as palavras de Pascal: “O homem supera infinitamente o homem” (Pensamentos, Ed Chevalier 438; Ed Brunschvicg 434). Os olhos reconhecem os objetos quando estes são iluminados pela luz. Daí o desejo de conhecer a mesma luz, que faz brilhar as coisas do mundo e com essa acende o sentido da beleza.
Devemos, portanto, levar em consideração que é possível também na nossa época, aparentemente muito refratária à dimensão transcendente, abrir um caminho em direção ao autêntico sentido religioso da vida, que mostra como o dom da fé não é absurdo, não é irracional. Seria muito útil, para tal fim, promover um tipo de pedagogia do desejo, seja para o caminho de quem ainda não crê, seja para quem já recebeu o dom da fé. Uma pedagogia que compreende pelo menos dois aspectos.
Em primeiro lugar, aprender ou re-aprender o gosto das alegrias autênticas da vida. Nem todas as satisfações produzem em nós o mesmo efeito: algumas deixam uma marca positiva, são capazes de pacificar a alma, nos tornam mais ativos e generosos. Outras ao invés, depois da luz inicial, parecem desiludir as expectativas que tinham suscitado e por vezes deixam amargura, insatisfação ou uma sensação de vazio.
Educar desde a infância a saborear as verdadeiras alegrias, em todos os âmbitos da existência – a família, a amizade, a solidariedade com quem sofre, a renuncia ao próprio eu para servir ao outro, o amor pelo conhecimento, pela arte, pela beleza da natureza-, tudo isso significa exercitar o gosto interior e produzir anticorpos eficazes contra a banalização e o abatimento hoje difundidos. Os adultos também precisam redescobrir esta alegria, de desejar realidades autênticas, purificando-se da mediocridade na qual possam encontrar-se enredados. Será, então, mais fácil deixar cair ou rejeitar tudo o que, embora aparentemente atrativo, se revela insípido, fonte de dependência e não de liberdade. E isso fará emergir aquele desejo de Deus do qual estamos falando.
Um segundo aspecto, que vai em paralelo ao precedente, é o não contentar-se jamais com o que foi alcançado. Somente as alegrias mais verdadeiras são capazes de liberar em nós aquela saudável inquietação que leva a ser mais exigente – querer um bem mais alto, mais profundo – e junto a perceber com mais clareza que nada de finito pode preencher o nosso coração.
Aprenderemos, assim, a tender, desarmados, ao bem que não podemos construir ou adquirir com as nossas próprias forças; a não deixar-nos desencorajar pelo cansaço ou pelos obstáculos que provêm do nosso pecado.
A este respeito, não podemos esquecer que o dinamismo do desejo está sempre aberto à redenção. Mesmo quando esse caminha por caminhos desviados, quando segue paraísos artificiais e parece perder a capacidade de ansiar o bem verdadeiro. Mesmo no abismo do pecado não se apaga no homem aquela faísca que lhe permite reconhecer o verdadeiro bem, de saboreá-lo, e de iniciar assim um percurso de subida, no qual Deus, com o dom da sua graça, não deixa jamais faltar a sua ajuda. Todos, aliás, precisamos percorrer um caminho de purificação e de cura do desejo. Somos peregrinos em direção à pátria celestial, em direção ao bem pleno, eterno, que nada jamais nos poderá tirar. Não se trata, portanto, de sufocar o desejo que está no coração do homem, mas de libertá-lo, para que possa alcançar a sua verdadeira altura. Quando no desejo se abre a janela em direção a Deus, isto já é um sinal da presença da fé na alma, fé que é graça de Deus. Santo Agostinha sempre afirmava: “Com a expectativa, Deus fortalece o nosso desejo, com o desejo alarga a nossa alma e dilatando-o deixa-o mais capaz” (Comentário da Primeira cata de João, 4, 6: PL 35, 2009).
Nesta peregrinação, sentimo-nos irmãos de todos os homens, companheiros de viagem também daqueles que não crêem, de quem está a procura, de quem se deixa interrogar com sinceridade pelo dinamismo do próprio desejo de verdade e de bem. Rezemos, neste Ano da fé, para que Deus mostre a sua face a todos aqueles que o buscam com coração sincero. Obrigado.

Fonte: Carmadélio

quarta-feira, novembro 7

E OS PARABÉNS DE HOJE VÃO PARA...



DENISE KAUANNY!






Parabéns, que tudo de bom e melhor aconteça na sua vida!
Que seus maiores e mais puros sonhos se realizem!
Que Deus continue te abençoando sempre!
Muitos anos de vida e muitas felicidades, é o que te deseja TODA a família MJ!

IMPERDÍVEL. Marcha pela vida!






Diocese finaliza preparativos para a abertura oficial da Festa de Santa Luzia


Santa_Luzia


A Diocese de Mossoró está na reta final dos preparativos para a tradicional Festa de Santa Luzia. Para iniciar os festejos, a Santa Padroeira tem percorrido as quatro zonas do município, além de regiões vizinhas. Durante as duas primeiras semanas de dezembro, como forma de celebração, estão agendadas para acontecer na cidade diversas atividades, tais como pedalada, corrida, shows de bandas locais e nacionais, entre outras.

Uma das coordenadoras do evento, Marcília Diniz informou que desde junho 18 equipes da diocese têm organizado os preparativos da festa. "São muitas pessoas envolvidas nesse processo. Está tudo acertado, falta apenas a confirmação de algumas bandas que irão se apresentar durante as festividades. Nos dias 1º e 2 de dezembro, para encerrar a peregrinação da imagem, vamos realizar o abraço à cidade, onde a imagem vai percorrer todos os bairros. Dia 3, teremos a abertura da festa, com uma banda nacional, que ainda estamos fechando", comunicou Marcília.

A coordenadora destacou que o objetivo da festa este ano, através do tema "Ver com os olhos da esperança", é despertar nos fiéis a esperança por dias melhores. Durante a as novenas e celebrações eucarísticas, que vão acontecer entre os dias 4 e 12 de novembro, a temática do festejo será debatida com os fiéis.

No largo da Catedral irá funcionar durante os dez dias de festa barracas de doces e salgados, artigos religiosos e espaço para realização de shows de bandas católicas. Nos dias 8 e 9 de dezembro vai ocorrer a pedalada com Santa Luzia, além de uma corrida de 5km. Quem quiser participar da corrida basta estar atento aos dias de inscrição e doar 1kg de alimento não-perecível. Os 100 primeiros lugares receberão medalhas.

Na virada do dia 12 para o dia 13 está prevista a realização de um show, no momento a banda está sendo confirmada. Para celebrar o último dia de festa, será feita uma homenagem, através da realização de um café e almoço aos romeiros que todos os anos vêm à cidade prestigiar a santa.
 

Fonte: O MOSSOROENSE

82% dos brasileiros é contra a legalização do aborto, constata Pesquisa do Senado.



Uma pesquisa realizada pela Agencia Senado confirma resultados de consultas anteriores: os brasileiros se opõem à realização do aborto quando a mulher não deseja levar adiante a gravidez. A sondagem de opinião pública foi realizada à luz da reforma do Código Penal, atualmente em debate em Brasilia, e que poderia ampliar as cláusulas em que o crime do aborto não é penalizado no país. A pesquisa realizada no último 23 de Outubro revelou que 82% dos consultados rejeita a legalização do aborto.

aborto_82_contra.jpg

“Atualmente, a legislação brasileira permite a realização de aborto em casos de estupro ou quando a continuidade da gravidez trouxer risco de morte à mulher. O Supremo Tribunal Federal também autorizou a interrupção da gravidez quando for comprovada a ocorrência de anencefalia – doença caracterizada pela má formação total ou parcial do cérebro do feto. O Código Penal deve estabelecer os casos nos quais o aborto pode ser realizado com amparo legal”, indica a nota da Agência Senado.

“Segundo 82% dos entrevistados na pesquisa do DataSenado, a lei não deve permitir que uma mulher realize o aborto quando ela não quiser ter o filho”, destaca a nota de imprensa da agência.

Mídia e meias verdades

Para o perito em demografia da organização pró-vida “Human Life International”, o boliviano Mario Rojas, o resultado da resposta do público diante destas “circunstâncias concretas” não é de surpreender: “Não é raro que isto aconteça nas sociedades em que a mídia fala com meias verdades sobre o aborto, afirmando que a sua realização é uma via legítima e eficaz para diminuir a mortalidade materna”.

“Está amplamente documentado que a mortalidade materna não tem relação alguma com o fato do ser ou não legalizado, a relação direta está vinculada ao nível de educação da mulher e os serviços obstetrícios de antes, durante e depois da gravidez”, assinalou.

Um estudo citado pelo perito da Human Life International foi realizado no Chile com informações recolhidas durante cinqüenta anos. Ele confirma que um maior acesso ao aborto não produz uma diminuição na taxa de mortalidade materna.

A pesquisa “Nível de educação das mulheres, instalações da saúde materna, legislação sobre o aborto e mortalidade materna: um experimento natural no Chile desde 1957 até 2007″, foi publicada no dia 4 de maio no PLOS One, a maior revista científica do mundo e foi liderado pelo Dr. Elard Koch.

Uma das descobertas mais importantes dessa pesquisa foi que, ao contrario do que dizem as hipóteses sustentadas pelos abortistas, desde que o aborto foi declarado ilegal no Chile, no final da década de 1980, a taxa de mortalidade materna diminuiu de 41.3 até 12.7 por cada 100.000 crianças nascidas vivas. Isto significa uma redução de 69,2 por cento.

O Dr. Elard Koch, epidemiologista e principal autor do estudo, destacou que “definitivamente, a proibição legal do aborto não está relacionada com as taxas globais de mortalidade materna”.(JS)
 

Movimento Jovem - JP (FUND/2011)